quarta-feira, 30 de novembro de 2016

SOLA TRATORADA


   Eu não sou de usar salto por vários motivos, o principal deles é meu destrambelhamento. Sou do tipo de pessoa que tropeça no próprio pé, então é difícil me sentir confortável andando nas alturas. Mas depois de tanto tempo sendo tendência, a sola tratorada conquistou meu coração e acabei comprando uma sandália que, inclusive, é super confortável, mesmo sendo mega alta, por conta do salto quadrado.
    Sola tratorada é o nome que recebem as solas que fazem esse movimento sinuoso imitando os pneus dos tratores. Está presente em todos os tipos de sapatos, salto alto, aberto, salto baixo, fechado, tênis, sandália, tudo. A rainha das solas tratoradas no meu Instagram é a Camila do Meninices da Vida.


terça-feira, 29 de novembro de 2016

SOBRE: AVIÕES, TRAGÉDIAS & CHAPECOENSE


Já passava das duas da manhã quando acordei suando e assustada com o som de um trovão, por sorte forte o suficiente para me despertar do pesadelo que estava tendo: um avião saindo da rota e entrando na minha varanda. Normal. Moro ao lado do aeroporto e costumo dizer que as aeronaves fazem a manutenção no fim da minha rua - o que geralmente não me preocupa, mas às vezes no inconsciente vira motivo de tormenta. Ontem choveu muito e o avião veio me visitar em sonhos.

Acordei tarde, lá pelas nove da manhã, por conta da noite mal dormida. Desci para tomar café e já ouvi logo um "Gabi, olha que tragédia" da minha mãe. Pensei logo, pronto, alguém morreu. Chocante. Não era uma pessoa, eram várias. A televisão anunciava setenta e um mortos em queda de avião, o avião do Chapecoense. Sem reação só fiz assistir. 
Eu aprendi muito cedo que é importante discutirmos sobre todos os temas, mas três, em especial, não podem ser discutidos com qualquer um: política, religião e futebol. Eu não entendo nada de futebol, até gostaria porque é constrangedor comemorar um gol sozinha e alguém te olhar com impaciência e dizer que estava claramente impedido. Mas eu não entendo nada de futebol, mesmo assim não era preciso ser fanática(o) pelo esporte para saber que o Chapecoense vinha construindo uma trajetória sensacional da série D até aqui. Um time jovem, cheio de futuros brilhantes, muito perto de conquistar um título inédito e importantíssimo para sua história. Os caras lutaram, perseveraram e foram interrompidos no meio da guerra. 
No site do G1 vi um vídeo do zagueiro Neto, aqui no aeroporto de Guarulhos, pouco antes de embarcar e o vídeo me emocionou demais. Nele o jogador diz sobre a necessidade de agradecer a Deus por ter preparado tudo isso, falou ainda que "momentos como esse passam nas nossas vidas e de repente não voltam mais" no final do vídeo ele diz aos torcedores que conta com a fé e as orações de todos. Sem nem sequer imaginar tamanha fatalidade, Neto quase narrou o futuro. Dos setenta e sete envolvidos, ele foi um dos seis resgatados com vida e agora conta com a fé e as orações não só da torcida Chapecó mas de todo o Brasil e do mundo. 
E diante de um momento tão triste como esse, sinto minha fé um pouco restaurada na humanidade, porque num país onde o futebol é motivo de tantas mortes violentas anualmente, hoje todos seriam capazes de vestir uma única camisa. 
Não posso me prolongar mais, já fiz um, dois, três ... dez minutos de silêncio sem saber como dar continuidade ao texto. Só posso pedir, sinceramente, para que Deus conforte os sobreviventes e as famílias das vítimas, que Jesus receba de braços abertos esses campeões (jogadores, comitiva, jornalistas e tripulação) que cumpriram com seus propósitos na Terra. E que na final que o time jogaria, Chapecoense tenha uma equipe formada de corintianos, palmeirenses, são paulinos, santistas, gremistas, flamenguistas e brasileiros. Seria lindo. Seria o mínimo.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

DICAS DE LIVROS PARA LER NAS FÉRIAS


    Não é segredo pra ninguém que eu gosto de ler. E não apenas ler, eu gosto de ter o livros. E gostaria de não somente ter os livros, mas ter as edições mais lindas deles já publicadas, mas isso aí já não cabe no meu orçamento. De qualquer forma, como eu dizia no início, eu gosto de ler e por isso separei alguns títulos - coleções/trilogias - que considero legais para se ler nas férias. Tomei o cuidado de separar livros que vão do infantil ao juvenil, pois sei que o público do NB se concentra ali nos 11-17 anos. E não coloquei Harry Potter na lista, porque seria uma escolha óbvia, mas se você ainda não leu a saga, corre ... vai ler agora, depois você volta. Okay ... talvez não dê tempo, termine de ler essa postagem e depois você vai ler os livros do Harry. Sério.


Sherlock Holmes:
Em 1887, o escritor escocês sir Arthur Conan Doyle criou Sherlock Holmes, o infalível detetive a quem os agentes da Scotland Yard recorriam para solucionar os mistérios mais intrigantes da Inglaterra vitoriana. Desde então, as aventuras do mestre da investigação atraem leitores ávidos por chegar à última página e ver o enigma desvendado.
Esta obra completa reúne os quatro romances e os 56 contos sobre as aventuras do detetive mais famoso do mundo e de seu fiel companheiro, o dr. Watson.
Para desvendar mistérios, o faro e a astúcia de Sherlock Holmes levam às fontes menos óbvias, às informações mais precisas. Um modelo que influencia até hoje a literatura policial e revela fôlego para impressionar gerações de leitores através dos tempos.


Trilogia do Mago Negro:
Todos os anos, os magos de Imardin reúnem-se para purificar as ruas da cidade dos pedintes, criminosos e vagabundos. Mestres das disciplinas de magia, sabem que ninguém pode opor-se a eles. No entanto, seu escudo protetor não é tão impenetrável quanto acreditam. Enquanto a multidão é expurgada da cidade, uma jovem garota de rua, furiosa com o tratamento dispensado pelas autoridades a sua família e amigos, atira uma pedra ao escudo protetor, colocando nisso toda a raiva que sente. Para o espanto de todos que testemunham a ação, a pedra atravessa sem dificuldades a barreira e deixa um dos mágicos inconsciente. Trata-se de um ato inconcebível, e o maior medo da Clã de repente se concretiza: uma maga não treinada está à solta pelas ruas. Ela deve ser encontrada, e rápido, antes que seus poderes fiquem fora de controle e destruam a todos. (Essa é a sinopse do primeiro livro).


Antes de qualquer coisa, tenho que dizer que sofro de amor enorme por esses livros. Essa coleção me marcou demais e me lembra muito a época da escola, inclusive falei mais dela aqui, quando lançaram uma edição nova e o Pedro Bandeira lançou mais um título. Mas como nem tudo são flores, é difícil encontrar todos os livros, o melhor é procurar em sebos mesmo.


Os Karas: 
Num clima de muito mistério e suspense, cinco estudantes — os Karas — enfrentam uma macabra trama internacional: o sinistro Doutor Q.I. pretende subjugar a humanidade aos seus desígnios, aplicando na juventude uma perigosa droga! E essa droga já está sendo experimentada em alunos dos melhores colégios de São Paulo.Esse é um trabalho para os Karas: o avesso dos coroas, o contrário dos caretas! (Essa é a sinopse do primeiro livro).


Fazendo Meu Filme:
Fazendo meu filme é um livro encantador, daqueles que lemos compulsivamente e, quando terminamos, sentimos saudade. Não há como não se envolver com Fani, suas descobertas e seus anseios, típicos da adolescência. Uma história bem-humorada e divertida que conquista o leitor a cada página.
Seja a relação com a família, consigo mesma e com o mundo; seja a convivência com as amigas, na escola e nas festas; seja a relação com seu melhor amigo e confidente. Tudo muda na vida de Estefânia quando surge a oportunidade de fazer um intercâmbio e morar um ano em outro país. As reveladoras conversas por telefone ou MSN e os constantes bilhetinhos durante a aula passam a ter outro assunto: a viagem que se aproxima.
É sobre isto que trata este livro: o fascinante universo de uma menina cheia de expectativas, que vive a dúvida entre continuar sua rotina, com seus amigos, familiares, estudos e seu inesperado novo amor, ou se aventurar em outro país e mergulhar num mundo cheio de novas possibilidades. As melhores cenas da vida de Fani podem ainda estar por vir. (Essa é a sinopse do primeiro livro).



Diário de um Banana:
Não é fácil ser criança. E ninguém sabe disso melhor do que Greg Heffley, que se vê mergulhado no ensino fundamental, onde fracotes subdesenvolvidos dividem os corredores com garotos que são mais altos, mais malvados e já se barbeiam. Como Greg diz em seu diário: " Só não espere que eu seja todo ´Querido diário´ isso, ´Querido diário´ aquilo." Para nossa sorte, o que Greg Heffley diz que fará e o que ele realmente faz são duas coisas bem diferentes. (Essa é a sinopse do primeiro livro).

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